Ozzi & Bili - Solange Faria Sinhoretti Uliana
Este livro conta a história de uma amizade diferente e nos mostra que a amizade não tem cor ou forma, tem sim, muito amor envolvido e, apesar das diferenças, somos todos iguais.

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Este livro conta a história de uma amizade diferente e nos mostra que a amizade não tem cor ou forma, tem sim, muito amor envolvido e, apesar das diferenças, somos todos iguais.
A obra fala sobre Consciência, Tipos de Consciências, Veículos de Manifestação da Consciência, Chacras, Energia, Tipos de Energia, Carma, Tipos de Carma, Evolução Consciencial. O Livro também fala sobre as ferramentas utilizadas para o desenvolvimento energético e que provocam a evolução consciencial, tais como o Tarô, Búzios, Sal Grosso, Oração, Reike, Mantras, Incensos, Meditações e etc.
O despertar depois da morte, pode não ser bem o que se espera. A visão de um Céu, onde todos pressupõem um acolhimento feliz, ao lado de anjos ou santos, definitivamente, não representa a realidade. Todos terão que quitar suas dívidas, por menores que sejam. E não é no Céu que esse processo de ajuste será realizado. Então, desafetos do passado, estarão à espera de seus algozes para o ajuste de contas. Mas, como nada é perpétuo, em se tratando do relacionamento entre as pessoas, tanto para o bem, como no mal, haverá sempre momento da quitação dos débitos, e novas oportunidades de reequilíbrio. Não importa quanto tempo isso leve, nada será deixado de lado. Todas as ações para o bem ou para o mal serão levadas em conta. E no saldo final, a moeda de troca será sempre o rearranjo espiritual, através do perdão sincero dos antes inimigos de qualquer época, e que agora se tornam operários do bem. Troca-se de posição a cada nova oportunidade de reajuste individual, através das várias encarnações. Dessa forma, o escravo do passado, torna-se o senhor e coronel da atualidade, e vice-versa. Até que todas as arestas sejam aparadas, independentes da classe social, da cor da pele ou de qualquer outra forma de segregação. Até que todos sejam iguais e caminhem com o mesmo interesse comum: a evolução.
Há mulheres marcantes em todas as épocas. Algumas são capazes de destruir reinos, outras, fazem bem, são mais preciosas que joias. Nos nossos dias, há uma certa confusão quanto ao papel da mulher. É preciso voltar à Bíblia para analisar o exemplo de mulheres que fizeram a diferença nas suas famílias, nas suas tribos, nas suas nações. Algumas enfrentaram grandes perigos. Outras viveram tempos de crise, até de guerras. Houve quem passasse por grandes mudanças, e deixando o paganismo, escolheram servir ao Deus Criador e Redentor. Essas mulheres bonitas ou não, ricas ou pobres, israelitas ou estrangeiras, deixaram um legado de coragem e fé. Suas histórias merecem ser estudadas. São exemplos para nós cristãos do século XXl. Suas vidas nos desafiam e nos inspiram. Vamos conhece-las melhor sob o olhar cuidadoso de Leonice Duarte, ela própria uma mulher virtuosa, conforme Provérbios 31;10-31 Gládis Seitz.
Abordamos nesta pesquisa o tráfico de pessoas, a evolução deste conceito histórica e legislativamente, tanto na França quanto no Brasil. Vimos como este tema se entrelaça com os direitos humanos também. Posteriormente, as leis francesas e brasileiras sobre o tema foram estudadas e comparadas, vimos os pontos fortes de cada país e como eles poderiam melhorar o combate a este flagelo. Num terceiro momento, vimos como os Estados Unidos da América julgam as abordagens francesas e brasileiras de repressão, prevenção e no auxílio às vítimas. O porquê da importância dos Estados Unidos enquanto observadores é explicada na obra.
"Escrevo Escrevo porque não canto Escrevo Porque no peito penetra meu pranto Escrevo Porque sou escravo do que eu crio Somente escrevo Faça calor ou faça frio."
"Eu acredito que o mundo junino seja a maior expressão popular do país, desde meu ingresso no "movimento", na extinta "ZéCacuia", que teve um rápido crescimento em sua visibilidade proporcionalmente aos ganhos e reconhecimentos adquiridos das quadrilhas do Estado do Rio de Janeiro junto ao poder público. Como exemplo, podemos citar o saudoso Arraiá do Rio, que tinha uma proposta de propagação das competições em nível nacional; o que para nós artistas envolvidos dos festejos foi maravilhoso porque na verdade, cada região do país tem suas influências; seja no norte com as lendas indígenas, nordeste, com os causos políticos e por aí vai. Mas infelizmente os projetos não foram à frente, mas mesmo assim, o espírito junino permaneceu, mesmo com pouca verba e quase nada de incentivo. Eu, graças a Deus, sou muito feliz em fazer parte desse universo artístico e poder contribuir, principalmente depois de ter realizado o meu sonho com a Aurora Boreal, onde eu trabalhei com pessoas que até hoje ainda gosto e respeito, ícones do mundo junino antigo e novo também, por que não? O quadrilheiro faz, com muita força e amor, a arte mambembe com apresentações por diversos bairros, inclusive, outros municípios. Isso é muito gratificante e eu espero que a arte se renove e não termine nunca. Também espero que novos artistas venham a surgir a cada ano para somar, mas que eles tenham dentro de si o sentimento de priorizar, como era o espírito das quadrilhas em que eu atuei. Só na Aurora Boreal foram quatro anos maravilhosos, sempre com a proposta de uma linguagem bastante próxima ao carnaval, porque não podemos deixar de citá-lo exatamente por ser uma arte genuinamente carioca, sempre com a união de antes para que possamos retornar anos idos, porque é tão bonito e tão belo participar. Nunca abandonemos nossos sonhos, o brilho e o encanto, pois a beleza das festas sempre será o deleite de todo mundo..." Fran Sérgio – Carnavalesco.
Eduardo Candeias conta sua própria história. Ele é um jovem de vinte e cinco anos, estudante universitário e uma ameaça pública. Os crimes cometidos por ele são esmiuçados em seus requintados detalhes de crueldade e os anos vividos pelo homicida durante seu cárcere, num hospital psiquiátrico, são lembrados com minúcias de horror. A possível revelação de um segredo guardado por sangue, mentiras e interesses obscuros promete estremecer as bases da sociedade carioca. Após a morte suspeita, um nebuloso suicídio, do Decano da Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, uma série de mortes cinematográficas aproxima um jovem inspetor da polícia civil, uma psicóloga junguiana e uma freira católica das mais curiosas e chocantes cenas de crime. Selando o início da jornada de homicídios, a morte do professor francês Auguste Janot, morto sob o antigo ritual do consolamentum numa igreja beneditina, configura-se como o primeiro aviso de Eduardo Candeias, um homem asfixiado pela insanidade. Lutando contra uma mente brilhante e entorpecida; a freira católica Luzia, a psicóloga Catarina D'Ambros e o policial Carlos Antunes Jordão desbravam o universo fi losófi co de Platão, tentando decifrar códigos e dar cabo da missão doentia do homicida. Num emaranhado de suspeitas, vingança e luta pelo poder, Irmã Luzia constata que não pode confiar em ninguém, nas autoridades públicas cariocas nem na psicóloga e parceira de investigação, Catarina D'Ambros, que se esforça para esconder o passado, que a liga diretamente ao homicida. Sozinha e sob constante ameaça do assassino, a religiosa precisa usar seu conhecimento para impedir que a cidade carioca sofra as consequências de um impiedoso jogo político, que abrange a campanha eleitoral ao governo do estado do Rio de Janeiro, no qual poucos podem vencer e muitos inocentes devem morrer. Será que ela conseguirá?
Agora, com a descoberta do templo enfim consumada, as pesquisas e escavações tomam outro rumo... e a morte passa a espreitá-los a cada passo dado por sua labiríntica e demoníaca construção. Seduzidos pelo perigo, Jennifer, Patrícia e Alexander viverão um ardente triângulo amoroso, enquanto participam diretamente das expedições que visam encontrar Aldheron: o demônio agindo acima de Deus! Inspirado nos grandes sucessos do cinema (Indiana Jones e Tomb Raider) e na aclamada série de tevê (Relic Hunter), RELíQUIA – "Caminhos de um Templo Egípcio" – traz para a Literatura Brasileira o verdadeiro espírito Hollywoodiano, em 2 volumes recheados de ação e aventura... fantasia e ficção científica... muito humor, suspense e terror... romance e erotismo. Um enredo sensacional, baseado na teoria dos Antigos Astronautas, misturando religião, egiptologia e ufologia com extrema inteligência, nos fazendo refletir sobre a grandeza do Universo e sobre a possibilidade de Deus não ser como imaginávamos. Sem dúvida... diversão e entretenimento até para os leitores mais exigentes!
Poderia mesmo existir submerso em pleno Deserto Egípcio, um templo gigantesco, repleto de mistérios e segredos, de riquezas e armadilhas mortais... o recanto de uma joia diabólica, capaz de aterrorizar a mente humana e revelar até a origem de nossa existência? Bem... essa é a pergunta que fazem Nicholas e a sua filha Jennifer, quando embarcam para o Egito, prestes a viverem a maior aventura de todos os tempos. Inspirado nos grandes sucessos do cinema (Indiana Jones e Tomb Raider) e na aclamada série de tevê (Relic Hunter), RELíQUIA – "Caminhos de um Templo Egípcio" – traz para a Literatura Brasileira o verdadeiro espírito Hollywoodiano, em 2 volumes recheados de ação e aventura... fantasia e ficção científica... muito humor, suspense e terror... romance e erotismo. Um enredo sensacional, baseado na teoria dos Antigos Astronautas, misturando religião, egiptologia e ufologia com extrema inteligência, nos fazendo refletir sobre a grandeza do Universo e sobre a possibilidade de Deus não ser como imaginávamos. Sem dúvida... diversão e entretenimento até para os leitores mais exigentes!
O Sino é uma obra de ficção científica, histórica e realidade alternativa. Um experimento nazista conduzido em 1940, com um dos primeiros HAUNEBU (Discos Voadores), torna possível viajar no tempo. Dois viajantes nazistas são mandados à plena revolução hippie, em Londres, para verem "A Glória Vindoura do 3º Reich", mas retornam trazendo livros que revelam que a Alemanha perderá a guerra cinco anos depois, em 1945. Então, um plano é elaborado para impedir que vários fatos históricos aconteçam, o que leva a Alemanha à vitória, em 1943. Porém, enquanto o plano é executado, verifica-se que os livros de história começam a se alterar automaticamente e que as pessoas não têm mais lembrança do passado que existia antes das alterações, exceto por um livro e o diário de um Oficial. Rudolf Scherner, que o passa a seu filho Werner, antes de morrer. No presente, o filho do oficial, de posse do diário, foge para o Brasil com sua família, ao ser perseguido por neonazistas que querem, a todo custo, obtê-lo para reconstruir a máquina do tempo e, mais uma vez, alterar a história a seu favor. Caberá a Roger, personagem do livro que encarna várias características do próprio autor, salvar a família Kant e impedir que o diário caia em mãos erradas. Se a história foi mudada, por que não nos lembramos de nada?
Que chances um garoto pobre, negro, morador de uma comunidade do Rio de Janeiro, teria com uma bela menina rica, branca, frequentadora da alta-sociedade carioca? Teoricamente, nenhuma! Pior... para Breno, não bastará apenas conquistá-la, terá que lutar contra o preconceito imposto por todos... principalmente, pelo próprio pai dela! Seu Levi é um homem autoritário, extremamente preconceituoso e arrogante, jamais permitirá que sua filha venha a namorar um "favelado". Mas Breno encontrará em Lucas – um playboyzinho que mora no mesmo condomínio de Sabrina e que frequenta a mesma comunidade de Breno em busca de saciar seu vício –, um forte aliado. Será com sua ajuda e companheirismo que ele tentará romper com todas as barreiras impostas por nossa sociedade e conquistar o coração de Sabrina.
"Prezamos pela qualidade e autenticidade do material
o qual publicamos, por isso, todos os originais que recebemos são
analisados criteriosamente antes de aprovados para publicação. Possuímos
uma proposta inovadora, visando mesclar o modo tradicional
com o modo sob demanda, para atendermos, não só o Autor Iniciante,
mas também, aquele já consolidado no Mercado Editorial".
"Eu acredito que o mundo junino seja a maior expressão popular do país, desde meu ingresso no "movimento", na extinta "ZéCacuia", que teve um rápido crescimento em sua visibilidade proporcionalmente aos ganhos e reconhecimentos adquiridos das quadrilhas do Estado do Rio de Janeiro junto ao poder público. Como exemplo, podemos citar o saudoso Arraiá do Rio, que tinha uma proposta de propagação das competições em nível nacional; o que para nós artistas envolvidos dos festejos foi maravilhoso porque na verdade, cada região do país tem suas influências; seja no norte com as lendas indígenas, nordeste, com os causos políticos e por aí vai. Mas infelizmente os projetos não foram à frente, mas mesmo assim, o espírito junino permaneceu, mesmo com pouca verba e quase nada de incentivo. Eu, graças a Deus, sou muito feliz em fazer parte desse universo artístico e poder contribuir, principalmente depois de ter realizado o meu sonho com a Aurora Boreal, onde eu trabalhei com pessoas que até hoje ainda gosto e respeito, ícones do mundo junino antigo e novo também, por que não? O quadrilheiro faz, com muita força e amor, a arte mambembe com apresentações por diversos bairros, inclusive, outros municípios. Isso é muito gratificante e eu espero que a arte se renove e não termine nunca. Também espero que novos artistas venham a surgir a cada ano para somar, mas que eles tenham dentro de si o sentimento de priorizar, como era o espírito das quadrilhas em que eu atuei. Só na Aurora Boreal foram quatro anos maravilhosos, sempre com a proposta de uma linguagem bastante próxima ao carnaval, porque não podemos deixar de citá-lo exatamente por ser uma arte genuinamente carioca, sempre com a união de antes para que possamos retornar anos idos, porque é tão bonito e tão belo participar. Nunca abandonemos nossos sonhos, o brilho e o encanto, pois a beleza das festas sempre será o deleite de todo mundo..." Fran Sérgio – Carnavalesco.
Eduardo Candeias conta sua própria história. Ele é um jovem de vinte e cinco anos, estudante universitário e uma ameaça pública. Os crimes cometidos por ele são esmiuçados em seus requintados detalhes de crueldade e os anos vividos pelo homicida durante seu cárcere, num hospital psiquiátrico, são lembrados com minúcias de horror. A possível revelação de um segredo guardado por sangue, mentiras e interesses obscuros promete estremecer as bases da sociedade carioca. Após a morte suspeita, um nebuloso suicídio, do Decano da Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, uma série de mortes cinematográficas aproxima um jovem inspetor da polícia civil, uma psicóloga junguiana e uma freira católica das mais curiosas e chocantes cenas de crime. Selando o início da jornada de homicídios, a morte do professor francês Auguste Janot, morto sob o antigo ritual do consolamentum numa igreja beneditina, configura-se como o primeiro aviso de Eduardo Candeias, um homem asfixiado pela insanidade. Lutando contra uma mente brilhante e entorpecida; a freira católica Luzia, a psicóloga Catarina D'Ambros e o policial Carlos Antunes Jordão desbravam o universo fi losófi co de Platão, tentando decifrar códigos e dar cabo da missão doentia do homicida. Num emaranhado de suspeitas, vingança e luta pelo poder, Irmã Luzia constata que não pode confiar em ninguém, nas autoridades públicas cariocas nem na psicóloga e parceira de investigação, Catarina D'Ambros, que se esforça para esconder o passado, que a liga diretamente ao homicida. Sozinha e sob constante ameaça do assassino, a religiosa precisa usar seu conhecimento para impedir que a cidade carioca sofra as consequências de um impiedoso jogo político, que abrange a campanha eleitoral ao governo do estado do Rio de Janeiro, no qual poucos podem vencer e muitos inocentes devem morrer. Será que ela conseguirá?
Agora, com a descoberta do templo enfim consumada, as pesquisas e escavações tomam outro rumo... e a morte passa a espreitá-los a cada passo dado por sua labiríntica e demoníaca construção. Seduzidos pelo perigo, Jennifer, Patrícia e Alexander viverão um ardente triângulo amoroso, enquanto participam diretamente das expedições que visam encontrar Aldheron: o demônio agindo acima de Deus! Inspirado nos grandes sucessos do cinema (Indiana Jones e Tomb Raider) e na aclamada série de tevê (Relic Hunter), RELíQUIA – "Caminhos de um Templo Egípcio" – traz para a Literatura Brasileira o verdadeiro espírito Hollywoodiano, em 2 volumes recheados de ação e aventura... fantasia e ficção científica... muito humor, suspense e terror... romance e erotismo. Um enredo sensacional, baseado na teoria dos Antigos Astronautas, misturando religião, egiptologia e ufologia com extrema inteligência, nos fazendo refletir sobre a grandeza do Universo e sobre a possibilidade de Deus não ser como imaginávamos. Sem dúvida... diversão e entretenimento até para os leitores mais exigentes!
Poderia mesmo existir submerso em pleno Deserto Egípcio, um templo gigantesco, repleto de mistérios e segredos, de riquezas e armadilhas mortais... o recanto de uma joia diabólica, capaz de aterrorizar a mente humana e revelar até a origem de nossa existência? Bem... essa é a pergunta que fazem Nicholas e a sua filha Jennifer, quando embarcam para o Egito, prestes a viverem a maior aventura de todos os tempos. Inspirado nos grandes sucessos do cinema (Indiana Jones e Tomb Raider) e na aclamada série de tevê (Relic Hunter), RELíQUIA – "Caminhos de um Templo Egípcio" – traz para a Literatura Brasileira o verdadeiro espírito Hollywoodiano, em 2 volumes recheados de ação e aventura... fantasia e ficção científica... muito humor, suspense e terror... romance e erotismo. Um enredo sensacional, baseado na teoria dos Antigos Astronautas, misturando religião, egiptologia e ufologia com extrema inteligência, nos fazendo refletir sobre a grandeza do Universo e sobre a possibilidade de Deus não ser como imaginávamos. Sem dúvida... diversão e entretenimento até para os leitores mais exigentes!
O Sino é uma obra de ficção científica, histórica e realidade alternativa. Um experimento nazista conduzido em 1940, com um dos primeiros HAUNEBU (Discos Voadores), torna possível viajar no tempo. Dois viajantes nazistas são mandados à plena revolução hippie, em Londres, para verem "A Glória Vindoura do 3º Reich", mas retornam trazendo livros que revelam que a Alemanha perderá a guerra cinco anos depois, em 1945. Então, um plano é elaborado para impedir que vários fatos históricos aconteçam, o que leva a Alemanha à vitória, em 1943. Porém, enquanto o plano é executado, verifica-se que os livros de história começam a se alterar automaticamente e que as pessoas não têm mais lembrança do passado que existia antes das alterações, exceto por um livro e o diário de um Oficial. Rudolf Scherner, que o passa a seu filho Werner, antes de morrer. No presente, o filho do oficial, de posse do diário, foge para o Brasil com sua família, ao ser perseguido por neonazistas que querem, a todo custo, obtê-lo para reconstruir a máquina do tempo e, mais uma vez, alterar a história a seu favor. Caberá a Roger, personagem do livro que encarna várias características do próprio autor, salvar a família Kant e impedir que o diário caia em mãos erradas. Se a história foi mudada, por que não nos lembramos de nada?

"Mais do que uma relação autor x editora, minha relação com a Editora é de amizade. Já tive experiências com outras publicações, mas com a GD Editora foi diferente. Atenção aos detalhes, suporte antes, durante e depois da publicação do livro. Uma verdadeira relação de parceria e respeito que já dura mais de 10 anos."